O ALPS pode retirar 62 tipos de materiais radioativos, com exceção do trítio.
Nas instalações na cidade de Fukushima existem mil tanques que armazenam água, alguns dos quais sofreram vazamentos graves, como o que aconteceu no ano passado, quando vazaram 300 toneladas de líquido muito radioativo, parte do qual foi parar no mar.
O governo estima que o volume de água contaminada armazenada em depósitos alcançará no futuro as 800 mil toneladas.
Controlar os vazamentos nessas cisternas e também do líquido contaminado que se acumula nos porões dos reatores representa o principal desafio para os 3.500 técnicos que trabalham na usina.
As emissões poluentes da central, afetada pelo terremoto e tsunami que devastou o nordeste do Japão em 11 de março de 2011, mantêm evacuadas mais de 52 mil pessoas que viviam perto da usina e afetaram gravemente a agricultura, a pecuária e a pesca local.
Estrutura montada nos arredores do reator 4 para auxiliar na retirada dos elementos combustíveis que estão no interior do prédio, em foto de novembro de 2013. (Foto: Kyodo/Reuters)
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